Planejamento Chile 2012: Dinheiro, como levar?

É uma dúvida comum entre os viajantes que se aventuram a cruzar as fronteiras do nosso país quando estão planejando e organizando a viagem. No entanto, resolver este problema não é um bicho de sete cabeças em virtude das inúmeras possibilidades disponíveis no mercado, que são: cartões de crédito, cartões pré-pagos, travellers checks e o próprio dinheiro em espécie.

Para ajudar na sua decisão vamos falar um pouco de cada uma das opções.

  • Dinheiro em espécie

Viajar apenas com Dinheiro vivo, não é muito seguro, apesar de ser a forma mais fácil de garantir o controle de seus gastos já que você sabe exatamente quanto tem em mãos. O ideal é levar um valor não muito alto e dividir em locais diferentes na sua bagagem, de forma a não guardar tudo em apenas um lugar, é uma forma de se prevenir em caso de algum incidente desagradável.

Verifique junto ao seu banco os pontos de caixas eletrônicos em outros países, veja quais estão no seu roteiro, as taxas para saques (que inclusive serão feitos em moeda local) e programe a passagem por estes pontos, diminuindo a necessidade de viajar com um volume grande de cédulas.

É bom ter uma quantia em dólar, pois é uma moeda aceita onde quer que esteja. Faça a troca por moeda local apenas em casas de câmbios, na própria aduana, ou bancos, nunca na rua, assim evita golpes e dores de cabeça.

IMPORTANTE: No momento da troca cambial é fundamental prestar atenção nos valores de cotação e taxas de IOF a serem cobrados, senão poderá sair com menos dinheiro do que deveria.

  • Cartão de Crédito

Nesse caso, entre em contato com as administradoras dos seus cartões e informe os países que irá cruzar e solicite a “habilitação” dos seus cartões para uso nesses países.

O cartão de crédito é prático, se você participa de programas de milhagem continuará acumulando normalmente seus pontos (eu prefiro viajar de moto, mas pode ser util para fazer um passeio com a esposa), é de certa forma e uma segurança a mais, para não ter que andar com muito dinheiro vivo. Se você esta acostumado a utilizá-lo, com certeza já está ciente das vantagens e desvantagens do mesmo. Vale lembrar que no caso do cartão a conversão cambial será feita no dia do fechamento da fatura e não no momento da compra.

IMPORTANTE: Ficar de olho no limite de crédito para não ficar na mão e saber que em muitas regiões de outros países não aceitam cartões de crédito, então, confiar somente nele é um risco.

  • Traveller Check (cheque de viagem)

O traveller check surgiu como uma opção para quem não queria usar cartão de crédito nem levar um bolo de dinheiro durante a viagem. Como funciona: você troca seu dinheiro por cheques, emitidos por um banco brasileiro em moeda estrangeira. Ao chegar no país de destino, você troca os cheques por dinheiro em casas de câmbio. Eles também podem ser usados para o pagamento de alguns serviços, como hotéis e restaurantes.

A parte vantajosa dos cheques de viagem é que eles não possuem data de validade e podem ser reembolsados pelo banco em caso de perda ou roubo. Por outro lado, eles não são a opção mais prática.

IMPORTANTE: nem todas as casas de câmbio aceitam, vale sair do país com uma relação de lugares que realizam a transação.

  • Cartões pré-pagos (VTM)

A opção mais nova para levar dinheiro em viagens são os cartões pré-pagos. O funcionamento é simples: antes de viajar, você carrega o cartão com o valor que quiser, para depositos em reais e necessário escolher a moeda de conversão: Dólar, Euro, Libra Esterlina ou Rand. Quando estiver viajando, pode usá-lo para pagamento direto ou para sacar dinheiro em caixas eletrônicos, sempre na moeda no país de destino.

No Brasil, o único tipo no mercado é o Visa Travel Money (VTM), que pode ser feito em algumas casas de câmbio e agências de viagem (confira a lista de bancos que emitem o cartão no site oficial da Visa).

Quem entende do assunto diz que as vantagens são muitas. “O cartão VTM é recarregável. Acabou o dinheiro, você carrega o cartão e em 24 horas você pode sacar ou usar como débito em vários estabelecimentos ao redor do mundo”.

A recarga do VTM é feita com base no câmbio do dia, o que permite que você saiba exatamente quanto tem de crédito. Não é preciso ter conta corrente para fazer um cartão pré-pago. Também não é preciso pagar nenhuma taxa de adesão ou anuidade. Apenas saques em caixas eletrônicos são cobrados – os valores são determinados por cada emissora e em geral não passam de U$ 2,5 dólares por saque.

Diante das opções acima, o que fazer?

Acredito que um bem bolado entre as opções seja interessante. Dinheiro vivo é sempre fundamental para pequenos gastos, cartão de crédito ou o cartão VTM para despesas maiores, lembrando que a vantagem do VTM para o cartão de crédito e que você está realizando um débito e não estará pagando IOF sob a transação, a mesma e feita apenas no momento de deposito/carga do cartão.

(Fontes: Turismo.ig.com.br, motonapanamericana, rockriders)

Similar Posts:

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Código de Segurança * Time limit is exhausted. Please reload the CAPTCHA.