Evento Pirapora 2011: A Viagem

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Inicialmente iriamos sair todos no sábado, mas no decorrer da semana os planos foram alterados. Meu sogro mora em Pirapora e se fosse no final de semana não teria tempo para matar a saudade e curtir um pouco a família da minha esposa, então, decidimos antecipar a saída para quinta-feira e quem não podia ir conosco, ficou de ir no sábado.

  • Quinta-feira

Eu, minha esposa e Tonnel saímos para Pirapora por volta das 14:00 hs e fizemos uma viagem muito tranquila, parando no Pé da Vaca para tomar um café e no posto no trevo de Corinto para abastecimento.

Parada para o lanche...

Mantemos um ritmo bom na viagem, tirando o momento que o Tonnel surtou e acelerou sem medo de ser feliz depois de ultrapassar um caminhão, me obrigando a acompanha-lo e confesso, foi muito bom acelerar um pouco para subir o nível de adrenalina, mas foi por uns 30 quilômetros apenas.

A estrada esta muito boa, o pior trecho é a partir de Curvelo até Lassence, depois melhora um pouco. Vimos poucos motociclistas na estrada, deve ser porque saímos muito tarde, mas como a viagem rendeu, paramos na casa do sogrão por volta das 17:00 hs.

  • Sábado

Marelo iria acompanhar os PPs Ricardo e Raimyson mas em virtude de um imprevisto não pode ir, então, os valentes PPs combinaram entre si um local e horário para saída e pegaram estrada. É isso aí PPzada, mandaram bem.

O ponto de encontro foi o Ceasa em Contagem, já na BR-040, as 07:30 hs da manhã. Saíram no horário e segundo mensagem enviada no dia anterior pelo PP Ricardo, a viagem não teria como ter problemas, afinal de contas, eram dois PPs viajando juntos. Realmente a viagem foi ótima, mas como PP na estrada sempre ocorre alguns imprevistos vamos aos relatos.

PPs na estrada...

O PP Raimyson puxou a fila por estar em uma moto de menor cilindrada (uma Dafra 150 cc) que lhe permitiu manter uma velocidade de cruzeiro entre SEMP 90 e SEMP 95 km/h nas retas, nas subidas caia para SEMP 80 e SEMP 85 km/h e nas descidas ele acelerava mais com ajuda de todos os Santos chegando a 110 km/h.

O Ricardo como é o PP mais velho, veio pelo caminho pegando as peças que caia da moto do PP novato, a sorte que eram peças irrelevantes e que não fizeram diferença no funcionamento da moto como peso do guidon (esse ele parou para pegar), parafusinhos e outras coisas ele preferiu deixar na estrada (a gente inventa mais não aumenta). Bom, Ricardo também não escapou de ter pequenos problemas e a seta direita funcionava apenas quando estava com vontade, merecendo um reparo na oficina da concessionária Honda de Pirapora logo que chegaram.

No geral a viagem foi boa, com algumas paradas para registro da viagem, todas solicitadas pelo PP Ricardo já que o Raimyson queria mais era acelerar a SEMP e qualquer coisa até chegar, o que aconteceu por volta de 12:30 hs. Eu e Tonnel fomos encontrar com eles na Honda e seguimos para casa do meu sogro.

  • Domingo

Eu e Tonnel já sabíamos que a viagem de volta teria um ritmo agressivo, mantendo SEMP 90 e SEMP 95 no ponteiro, e apesar da alta velocidade não nos intimidamos, afinal, viajar em grupo é sempre bom e faz parte cuidarmos uns dos outros.

Logo após passarmos por Lassence, a última cidade com posto de gasolina até o trevo de Corinto, a moto do PP Ricardo começou a sambar na estrada e como eu vinha logo atrás dele, achei que poderia ser efeito de um sambinha no MP3 mas eu estava enganado, não era samba era o pneu traseiro dele que começou apresentar sinais de que estava esvaziando.

Avistei uma placa de borracharia e acelerei para entrar e pararmos, pois o PP Raimyson vinha puxando a fila descontraído e de forma agressiva (lembrem da velocidade de cruzeiro: SEMP e alguma coisa) e como não sabia do problema do amigo PP poderia passar direto. Chegamos na tal borracharia e apesar da placa, “aberta 24 hs”, o borracheiro estava viajando, sendo assim, nossa alternativa era o posto no trevo de Corinto.

Na borracharia acompanhando o PP

O PP Ricardo partiu acelerado para andar o maior trecho possível antes que o pneu ficasse no osso. Pelos meus cálculos o posto estava a uns 60 kms de distância, então ele precisa acelerar a velocidade da luz para conseguir ficar sem empurrar a moto debaixo do sol quente. Por sorte eu estava enganado e ele precisou rodar apenas 35 km para chegar no posto e descobrir que o problema era no bico. O pneu chegou quase vazio.

Eu sempre falo, viajar com PP sempre rola uma emoção e nesta viagem não podia ser diferente. Depois de constatarmos a agressividade do Raimyson pilotando em velocidade de cruzeiro e o problema com o pneu do PP, achamos prudente conversar com o Raimyson no posto de gasolina, pedindo para ele ficar calmo e não querer recuperar o tempo de parada acelerando atrás dos Jaspions que passavam por nós a mais de 230 km/h, estávamos bem viajando a SEMP 90 e a diferença de velocidade nem era tanta assim para ele querer acompanhar a bike dos caras.

A uns 40 kms de Belo Horizonte paramos para esticar as canelas e o Tonnel seguiu viagem sozinho pois tinha compromisso e já estava atrasado. (Não sei porque estava atrasado mas estava… :-)).

A viagem foi muito bacana, divertida e emocionante. Valeu Monges por termos encarado essa juntos, são mais histórias para contarmos com certeza.

Veja o álbum de fotos da viagem

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