2006: Viagem a Petrolina

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Foram quatro dias em Petrolina na companhia do nosso amigo China Preto e tivemos a oportunidade de conhecer os lugares mais maneiros da cidade e alguns costumes do povo Pernambucano.

Claro que nem tudo foi rosa, ainda mais depois de juntar Rominho e China, dois zuadores de mão cheia, amigos a muitos anos e que não podiam perder a chance de zuar o mais novo escudado do grupo. Vou relatar abaixo apenas algumas histórias…risos.

  • Manequim errado = calça rasgada

Eu havia comprado uma roupa para esta viagem, jaqueta e calça de Cordura, e quando paramos para abastecer em Teófilo Otoni Rominho viu que a minha calça estava descosturando e já começou a me zuar.

Em Jequié, a calça já tinha aberto cerca de 3 centímetros e quando cheguei em Petrolina ela não tinha aberto até o pé porque o bolso não deixou…risos…ficando um buraco de aproximadamente 15 centímetros na calça.

Dá para imaginar a zuação né, segundo Rominho a vendedora era gata e eu fiquei com vergonha de falar que meu manequim era 40 e acabei pedindo uma calça 36. Os dois me perturbaram com está história até o dia de virmos embora.

  • O Timoneiro

Um dos passeios bacanas que fizemos em Petrolina foi ir com China em uma prainha, que fica em uma ilha bem no meio do Rio São Francisco. Petrolina é um lugar quente, mas parece que havíamos levado chuva para a região e o tempo estava muito nublado.

Para chegar até a prainha era necessário atravessar de barco, então fizemos a travessia com o Sr. Juarez, um sujeito bacana e que contou muitas histórias, inclusive que havia perdido o filho a pouco tempo e que havia pintado um verso no barco em homenagem ao filho. Eu queria registrar tudo e tirar foto de tudo, e em uma dessas fotos tirei a foto do timoneiro guiando o barco…risos…já podem imaginar o que aconteceu né…toda vez que encontro com o China ele me diz que o timoneiro está me esperando em Petrolina, que morre de saudade e por aí vai…

A prainha é muito maneira, e de qualquer lado da ilha é água para caramba em volta, atravessar nadando é muito difícil por causa da força da correnteza. Como bons mineiros, não podíamos deixar de cair na água, mesmo sem sol, afinal era o São Francisco. Pulou um pulamos todos. Tomamos um bocado de cachaça no dia e acabei dando PT tentando acompanhar o China tomando cachaça, nem vi o Rominho ir para o evento naquele dia.

  • Evento – Moto Chico

O evento foi realizado na orla do Rio São Francisco, o espaço era excelente e não vi em momento algum qualquer tipo de confusão. A única coisa chata e que o evento era muito barulhente, com uma moçada de CG alugando o nosso ouvido estourando o motor das motos e os malucos de motos grande faziam barulho a vontade para retribuir a cortesia dos CGzeiros.

Encontramos com a galera dos Abutres que conhecemos no meio do caminho e ficamos a maior parte do tempo com eles durante o evento, batendo papo e tomando cerveja. Tinha umas peças raras, incluindo um camarada que andava de triciclo e que não enxergava muito bem, tinha um monte de sinal pré-combinado com o carona para avisar de quebra-molas e outras coisas… risos… por isso que gosto dessa turma de motociclistas, o que vale é o espírito aventureiro e estar na estrada.

Confesso que adoramos o evento. A galera é muito receptiva, comunicativa e fizemos algumas amizades bacanas, mas o que mais chamou nossa atenção foi que não tocou Rock in Roll no evento, só rolou forró e a galera caiu no arrasta pé sem parar. Foi um alivio não ter que escutar as mesmas musicas depois de tantos quilômetros rodados…risos.

No segundo dia de evento teve um casamento, onde o noivo casou paramentado de motociclista e a noiva chegou na garupa de uma custom escoltada pelos integrantes do motoclube e vestida de noiva, foi muito massa. Não tinha visto nenhum casamento assim antes.

Outro diferencial do evento e que eram poucas as motos velhas, só tinha moto grande e nova. Conhecemos uma galerinha de Fortaleza e outra de Vitória da Conquista que nos convenceram a mudar a rota de volta e passar por dentro da Chapada Diamantina, disse que iríamos adorar a paisagem e que era uma das visões mais lindas da estrada.

  • O Bododrómo

Estavamos na terra do bode e não poderia faltar um local especifico para saborear todos os tipo de prato com este tipo de especiaria. O lugar é muito maneiro, aconchegante e bem organizado.

Não tivemos coragem de saborear uma buchada de bode mas o churrasco estava uma delicia e aproveitamos bem, claro que intercalando com algumas fatias de picanha… risos.

O lugar é tão famoso e visitado pelos turistas que na cidade tem muitas placas indicando o caminho para o bododrómo.

Visualize as fotos clicando aqui ou clicando no link Galeria de Fotos

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